terça-feira, dezembro 29, 2015

Dois tipos de striptease: é favor escolher


Tal como referi no post abaixo (no qual falei na insuportável Teresa Leal ao Coelho, no suposto fim da impunidade piropal e no bye bye do ex-irrevogável-Portas), agora vou mostrar duas mulheres num número de striptease. Como é sabido, o striptease é a forma decente de uma mulher se despir quando tem espetadores (ou, neste caso, por prudência, deveria manter o c, que, apesar de mudo, talvez imponha algum respeito?).

Adiante.

Ora, bem. Assim sendo, e dado que o Um Jeito Manso é, não apenas um blog de família mas, também, um blog que preza as boas maneiras, vou aqui partilhar convosco dois vídeos instrutivos. 

Assim, consoante o seu tipo corporal e os seus dotes vocais, as minhas Leitoras poderão avaliar qual o striptease que conseguirão fazer com maior competência. Despir, sim, claro; tirar a roupinha, com certeza -- mas não de qualquer maneira. 

E aos meus Leitores (homens) digo: também deverão despir-se com arte e boas maneiras mas, a menos que sejam do género da rapariga dinamarquesa, não deverão reproduzir os números que aqui irão ver. Poderão fazê-lo mais na base daquele GNR que foi apanhado a fazer strip. Não encontro o vídeo com o dito artista mas é capaz de ser qualquer coisa como isto.

Bem. Introdução feita, vamos lá, então, a isto.

1º caso de estudo


Em primeiro lugar temos uma moçoila com corpinho bem feito.
(Quando eu fizer uma dieta valente, a ver se não volto a ser assim. É só passarem as festas que a minha boquinha vai passar mais tempo fechada do que a manducar, ai não que não. Dieta rápida só mesmo com fomeca.)
Esta que aqui se mostra é capaz de saber tocar piano, ou pelo menos, parece ter vontade de aprender. Mas não canta. Eu, pelo menos, não a ouço. Só dança. E parece que a especialidade é dançar deitada. Não é difícil fazer isto e não arranja problemas a quem a vê. É brincalhona, mas as brincadeirinhas parecem inocentes. Portanto, esta modalidade é para quem não sabe fazer melhor e para espetadores pouco exigentes.
Mas isto, claro, sou eu a dizer. Na volta, sem dar por isso, estou mas é a ser invejosa, a padecer daquilo a que se chama invejinha branca (não sou santa - pode parecer que sou, mas não sou, ai Deus, e u é.

Chama-se, ela, Abbey Clancy e aqui  é filmada por Sam Faulkner para a revista Lover.



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2º caso de estudo


Em segundo lugar tenho uma outra, um género bem diferente. Esta não tem aquele ar tenrinho da Abbey. Tem generosa carnadura e elevados dotes canoros. Saem-lhe as carnes por tudo o que é decote e espartilho -- e a voz vem atrás (atrás e à frente que o vozeirão se projecta para bem longe).

Como é lógico, não se arma em menininha preguiçosa, não se espreguiça dengosamente: não, esta vai à luta e canta que dá gosto. É fogosa, toda ela é Carmen, toda ela transpira paixão. Uma mulher assim é para quem pode: deve inspirar respeito pelo que não será qualquer homem que conseguirá tê-la por perto.

Chama-se Anna Caterina Antonacci  e no vídeo abaixo interpreta Verdi: Grave a core innamorato... - "Un giorno di Regno"

O striptease não é total mas acho que a sua não-nudez será perdoada.


Resta-vos escolher. 
Às minhas Leitoras  digo que se apliquem nos treinos. 
E aos meus Leitores homens digo: faites vos jeux - ou seja, que género de mulher preferem?
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E, agora, se descerem, poderão ver gente mais vestida mas, cá para mim, piores companhias do que estas duas mulheres que aqui estiveram a partilhar connosco os seus generosos dotes.

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3 comentários:

Carlos disse...

A Antonacci -- any day. Se me permite a recomendação, este disco é uma maravilha.

Um Jeito Manso disse...

Olá Carlos,

Tenho estado a ouvi-o: uma maravilha. Vou ver se arranjo o cd para ouvir no carro. Muito obrigada pela sugestão. Preciosa.

Um abraço!

Claudia Sousa Dias disse...

A Antonacci, sem dúvida. Mas não será nada fácil imitá-la...!